sexta-feira, 25 de julho de 2008

Relaxar é muito bom.....

Quem nunca se sentiu nervoso, tenso, estressado, ou até mesmo ansioso?
Bom, todos nós já passamos por isso, e sempre estamos em constante pressão durante nossa vida.

Na maioria das vezes que nos defrontamos com esses sentimentos não sabemos como lidar com eles. Esse tipo de atitude acaba se tornando normal quando não compreendemos que somos, na verdade, homens e mulheres do século XXI funcionado dentro de maquinas da idade da pedra.

Você deve estar se perguntando como isso é possível? Ou afirmando que isso possa ser um exagero meu.
Bom não e bem assim, e a resposta é simples.

Nossos ancestrais pré-históricos tinham uma vida curta, agitada e violenta, repleta de situações de tensão, onde fugiam de animais selvagens e de vizinhos homicidas.




Afim de enfrentar essas situações, acabaram surgindo em nossos corpos durante a evolução, dois sistemas nervosos distintos. Um deles é o Sistema nervoso cortical, que fica sob controle direto da mente e do raciocínio. Ele se mostra presente, quando nos mostramos práticos e quando usamos nossa criatividade. Para isso utilizamos como fonte o Córtex Cerebral (que aqui só nos importa pela sua parte responsável aos pensamentos).

O segundo sistema cuida das funções essenciais e rotineiras do corpo, que ocupariam desnecessariamente a parte pensante do cérebro. Este sistema e conhecido como Sistema nervoso autônomo, é ele que mantém o nosso coração batendo, que cuida do processo da digestão e de muitas outras funções. Esse sistema, às vezes chamado de “mecanismo de sobrevivência” assume uma importância crucial em situações de emergência. E é esse sistema que vamos conhecer um pouco agora, pois ele não funciona sob controle direto da parte pensante do cérebro.


O sistema nervoso autônomo divide-se em dois subsistemas, o Simpático e o Parassimpático que funcionam de modos opostos e assim mantêm o equilíbrio do sistema total. O subsistema Simpático tem como função gastar energia, ele é responsável pelo aceleramento dos batimentos cardíacos, pelo o aumento da pressão sanguínea e por fazer com que respiremos rapidamente. Já o subsistema Parassimpático tem como função conservar energia, ele é responsável por fazer inversamente o papel do subsistema Simpático.
Durante a maioria do tempo, a capacidade do subsistema Simpático de gastar energia é compensada pela a capacidade de conservar energia do subsistema Parassimpático. Gerando assim um estado de equilíbrio físico, e consequentemente, nos sentiremos calmos e relaxados.

Entretanto, ao sermos submetidos, á tensão, o subsistema Simpático assumi de imediato uma posição preponderante, muito embora esse domínio seja passageiro. Criado para funcionar na idade da pedra, o subsistema Simpático reage como se toda situação só pudesse ser enfrentada através da luta ou fuga.
Hoje em dia, raramente, lutamos ou fugimos. Estamos expostos a outros tipos de tensão, no trabalho, em casa com um cônjuge zangado, no carro em pleno transito e em outras situações. E infelizmente acabamos absorvendo essa tensão. Nessas horas, o subsistema Parassimpático provavelmente tentara restabelecer o equilíbrio físico.

O relaxamento é uma arma muito eficiente nas horas de extrema tensão. Quando fazemos um relaxamento, levamos nosso corpo a um estado profundo de excitação Parassimpático. Procurando sempre um equilíbrio mental e físico.
Existem varias formas de relaxamento, Relaxamento profundo, como o da meditação, Relaxamento rápido, através de alongamentos e varias outras formas de se relaxar.







Portanto relaxar e manter a calma são muito importantes nos dias atuais. Manter a cabeça no lugar significa ter melhor desempenho em tudo que se faz, significa ter qualidade de vida, e por fim, significa também ter controle sobre nossos comportamentos pré-históricos.
Até mais!!!
Espero que me entendam......

quarta-feira, 16 de julho de 2008

A interferência da mídia na sociedade

O mundo e a época em que vivemos caracterizam-se por grandes transformações, dentre as quais a globalização, que não é apenas econômica (produtos e serviços), mas também cultural (idéias, valores e comportamentos).
O aumento da quantidade e velocidade do fluxo de informações que correm o mundo, por meio das mídias (revistas, jornais, televisão etc.) contribui decisivamente nesse processo.

A mídia em geral tem um domínio prepotente sobre a sociedade mundial. Principalmente em países em desenvolvimento, como no Brasil, que tem uma população de cultura debilitada.

No Brasil a mídia tem um poder de influência muito eficiente. Há indagações de que a mídia seria um quarto poder deste país, podendo estar na frente dos três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário. O que nunca poderá se admitir, pois num sistema democrático, deve-se agir juntos, para o bem comum.
Mas querendo ou não, num sistema democrático, a mídia ganha um poder de influencia controladora extraordinária, acima dos três poderes democráticos.

A televisão, por exemplo, já foi considerado um utensílio domestico, e hoje é o maior e mais eficiente meio de comunicação. A sociedade atual, com seus pensamentos e atitudes alienadas, acabou se acostumando a receber informações prontas. Falta de tempo e vida corrida, virou desculpa para as pessoas que não tem senso critico e que acabam se tornando indolentes.

Essas atitudes “modernas” da sociedade acabam dando um poder controlador para a televisão. As pessoas chegam de seus trabalhos cansados, ligam à televisão, e recebem informações de vários tipos e não se preocupam com a veracidade delas. Informações que na maioria das vezes são manipuladas, para que se passem opiniões alheias, e para que se mantenham seus interesses próprios.

Esse exemplo de sistema “comunicativo” brasileiro causa um desconhecimento quase que geral na população, que por não ter uma educação de qualidade, ficam propícios a serem influenciados e tomarem atitudes contra si mesmas. Quando na verdade estão gerando milhões em dinheiro para a televisão que é extremamente capitalista.


Espero que compreendam meu ponto de vista, e que gostem!!!!


Ah! Só mais um comentário;
A realidade brasileira infelizmente não é tão facil como algumas novelas exprimem por ai.......
Afinal não vivemos numa ficção......


Os que quiserem comentar sintam-se à vontade...... Até mais!!!!

sábado, 12 de julho de 2008

W-E-L-C-I-L-L-E-Y......Esse é meu NOME!!!

Olá !

Bem vindos ao meu Blog de Opinião.

Meu nome vocês já sabem, ou pelo menos tentaram saber....
Aqueles que conseguirem pronunciar, parabéns! Já aqueles que não conseguirem, -que eu acredito ser à grande maioria- vou facilitar o entendimento de vocês. Vou escrever meu nome, e logo abaixo o som que cada letra faz.

W-E-L-C-I-L-L-E-Y
U-É-U-S-I-L-L-E-I
Acho que facilitou um pouco.
Agora a pergunta que todo mundo me faz depois de aprenderem a falar meu nome: "De que lugar sua mãe tirou esse nome?"
Bom eu não sei, e na verdade ninguém sabe.... Minha mãe diz que foi uma amiga dela que deu à ideia desse nome. Me disse que essa amiga dela tinha um filho que se chamava Huéuciley, - que não deixa de ser diferente- que por motivos desconhecidos, tinha falecido. Por essa circunstancia acabou pedindo à minha mãe que colocasse esse nome em mim.
Porém, acho que o escrivão do cartório na hora de escrever meu lindo nome enfeitou de mais e acabou criando o meu nome atual. Minha mãe também gostou muito, tanto que aceitou.
Na minha infância tive minhas dificuldades, principalmente de aceitação do meu próprio nome.
Minha professora da primeira série, me ensinou a escrever meu nome com a letra "i" no final, depois de um tempo olhei na minha certidão de nascimento e percebi que era com "y". Foi uma situação constrangedora.
Com o tempo aceitei meu nome e comecei a adorá-lo. Percebi que ter um nome diferente é muito bom e isso me faz ser um pouco especial, com uma característica só minha.
Gosto da idéia de ser diferente, nem que seja só no nome, afinal, hoje em dia numa sociedade "moderna" onde quase tudo é padronizado, principalmente os comportamentos, ser um pouco diferente se torna uma vantagem.
É aquela velha história, ser diferente, e ter algo à mais, traz sucessos na vida.